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sexta-feira, 8 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Tipos de cancro da mama
Antes de aplicar qualquer tratamento é necessário definir o tipo de cancro da mama:
Adenocarcinoma: quase todos os tumores malignos da mama têm origem nos ductos ou nos lóbulos da mama, que são tecidos glandulares. Os dois tipos mais frequentes são o carcinoma ductal e o carcinoma lobular.
In situ: este termo define o cancro da mama precoce, quando se encontra limitado aos ductos (carcinoma ductal in situ) ou lóbulos (carcinoma lobular in situ), sem invasão dos tecidos mamários vizinhos ou de outros órgãos.
Carcinoma ductal in situ (CDIS): o carcinoma ductal in situ é o tumor da mama não invasivo mais frequente. Praticamente todas as mulheres com CDIS podem ser curadas. A mamografia é o melhor método para diagnosticar o cancro da mama nesta fase precoce.
Carcinoma lobular in situ (CLIS): embora não seja um verdadeiro cancro, o CLIS é por vezes classificado como um cancro da mama não invasivo.
Muitos especialistas pensam que o CLIS não se transforma num carcinoma invasor mas as mulheres com esta neoplasia têm um maior risco de desenvolver cancro da mama invasor.
Carcinoma ductal invasor (CDI): este é o cancro invasor da mama mais frequente. Tem origem nos ductos e invade os tecidos vizinhos. Nesta fase pode disseminar-se através dos vasos linfáticos ou do sangue, atingindo outros órgãos. Cerca de 80% dos cancros da mama invasores são carcinomas ductais.
Carcinoma lobular invasor (CLI): tem origem nas unidades produtoras de leite, ou seja, nos lóbulos. À semelhança do CDI pode disseminar-se (metastizar) para outras partes do corpo. Cerca de 10% dos cancros da mama invasores são carcinomas lobulares.
Carcinoma inflamatório da mama: este é um cancro agressivo mas pouco frequente, correspondendo a cerca de 1% a 3% de todos os cancros da mama.
Outros tipos mais raros de cancro da mama são o Carcinoma Medular , o Carcinoma Mucinoso, o Carcinoma Tubular e o Tumor Filoide Maligno, entre outros.
Adenocarcinoma: quase todos os tumores malignos da mama têm origem nos ductos ou nos lóbulos da mama, que são tecidos glandulares. Os dois tipos mais frequentes são o carcinoma ductal e o carcinoma lobular.
In situ: este termo define o cancro da mama precoce, quando se encontra limitado aos ductos (carcinoma ductal in situ) ou lóbulos (carcinoma lobular in situ), sem invasão dos tecidos mamários vizinhos ou de outros órgãos.
Carcinoma ductal in situ (CDIS): o carcinoma ductal in situ é o tumor da mama não invasivo mais frequente. Praticamente todas as mulheres com CDIS podem ser curadas. A mamografia é o melhor método para diagnosticar o cancro da mama nesta fase precoce.
Carcinoma lobular in situ (CLIS): embora não seja um verdadeiro cancro, o CLIS é por vezes classificado como um cancro da mama não invasivo.
Muitos especialistas pensam que o CLIS não se transforma num carcinoma invasor mas as mulheres com esta neoplasia têm um maior risco de desenvolver cancro da mama invasor.
Carcinoma ductal invasor (CDI): este é o cancro invasor da mama mais frequente. Tem origem nos ductos e invade os tecidos vizinhos. Nesta fase pode disseminar-se através dos vasos linfáticos ou do sangue, atingindo outros órgãos. Cerca de 80% dos cancros da mama invasores são carcinomas ductais.
Carcinoma lobular invasor (CLI): tem origem nas unidades produtoras de leite, ou seja, nos lóbulos. À semelhança do CDI pode disseminar-se (metastizar) para outras partes do corpo. Cerca de 10% dos cancros da mama invasores são carcinomas lobulares.
Carcinoma inflamatório da mama: este é um cancro agressivo mas pouco frequente, correspondendo a cerca de 1% a 3% de todos os cancros da mama.
Outros tipos mais raros de cancro da mama são o Carcinoma Medular , o Carcinoma Mucinoso, o Carcinoma Tubular e o Tumor Filoide Maligno, entre outros.
Escolha de tratamento
O tratamento a aplicar no tratamento do Cancro da Mama depende:
- do estádio da doença
- do tipo de tumor
- do estado geral de saúde do paciente
Cirurgia
Existem diferentes tipos de cirurgia:

- Tumorectomia: é a cirurgia que remove apenas o tumor. Em seguida, aplica-se a terapia por radiação. Às vezes, os gânglios linfáticos das axilas são retirados como medida preventiva. É aplicada em tumores mínimos.
- Quadrantectomia: é a cirurgia que retira o tumor, uma parte do tecido normal que o envolve e o tecido que recobre o peito abaixo do tumor. É, pois, um tratamento que conserva a mama
- Mastectomia simples ou total: é a cirurgia que remove apenas a mama. Às vezes, no entanto, os gânglios linfáticos mais próximos também são removidos. É aplicada em casos de tumor difuso. Pode manter-se a pele da mama, que auxiliará muito a reconstrução plástica.
- Mastectomia radical modificada: é a cirurgia que retira a mama, os gânglios linfáticos das axilas e o tecido que reveste os músculos peitorais.
- Mastectomia radical: é a cirurgia que retira a mama, os músculos do peito, todos os gânglios linfáticos da axila, alguma gordura em excesso e pele.(raramente utilizada)
Hormonoterapia
Dependendo do tipo de tumor pode ser necessário juntar drogas anti-hormonais ao tratamento.
A Hormonoterapia baseia-se no facto de que alguns tipos de tumor necessitam das hormonas femininas (estrogéneos e progesterona) para crescerem. Sendo assim poderemos utilizar drogas que diminuam os níveis de hormonas femininas e assim estaremos a combater o crescimento tumoral. Nem todos os tipos de tumor são passíveis deste tratamento. Através duma análise efectuada ao tecido tumoral pode ser detectada esta característica do tumor. Este tratamento, nos nossos dias é efectuado com Tamoxifeno (anti-estrogéneo), na dose de 20 mg/dia durante habitualmente 5 anos. Existem outras drogas em estudo (principalmente o Raloxifeno), mas cuja aplicação no Cancro da Mama ainda não está totalmente estabelecida. Como efeitos secundários podem existir sintomas de menopausa nas senhoras pré-menopáusicas como afrontamentos, alterações menstruais e secura vaginal. Pode ainda aumentar o risco de neoplasia do endométrio (tumor uterino), pelo que deverá regularmente (6/6 meses) efectuar exames ecográficos. Tenha em conta que este risco é relativamente pequeno quando comparado com o benefício que se irá obter em relação à doença mamária. Apesar dos períodos menstruais serem alterados com o uso do Tamoxifeno, pode-se engravidar, pelo que deverão ser tomadas medidas adicionais para anti-concepção (nunca se deve utilizar a pílula , uma vez que contém hormonas que estamos a combater com o Tamoxifeno). Outro efeito secundário, este mais benéfico, é a diminuição dos níveis sanguíneos de colesterol, bem como a prevenção da osteoporose. 

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